“História de pescadora” marca minha estreia literária

Moqueca_Alexandra Amorim

Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro… Todo mundo precisa cumprir essas três missões antes de morrer, é o que dizem. Bom, por enquanto eu fico devendo os dois primeiros itens, mas o terceiro – pelo menos uma parte – já está no forno.

É que tive a honra de ser convidada pelo antropólogo Raul Lody para assinar um dos capítulos do livro “Águas de Comer”, que celebra os 10 anos do Museu da Gastronomia Baiana.

O lançamento está previsto para 23 de agosto, mesma data do já tradicional seminário de gastronomia promovido pela instituição – volto aqui depois pra falar do evento, assim que a programação estiver toda amarradinha.

Como o nome já sugere, a publicação gira em torno das comidas que vêm do mar e do rio. E, além de Lody, estou muitíssimo bem acompanhada por autores que trarão o tema à mesa com diversas cores, aromas e sabores, explorando aspectos nutricionais, ambientais, históricos e sociais.

E já que o curador me deixou soltinha pra dar ao meu barco o rumo que quisesse, me ocorreu contar umas histórias de pescadora. Sim, você leu certo, eu disse pescadorA.

Foi com essa ideia na cabeça que cheguei a duas figuras incríveis, moradoras de dois extremos da orla de Salvador, ambos guardados por um farol, Barra e Itapuã. De um lado, Bárbara Brazil, atleta cinco vezes campeã brasileira de SUP (stand-up paddle). De outro, Alexandra Amorim, Deusa do Ébano do Ilê Aiyê, em 2015.

Filhas de pescador, elas me contaram um pouco sobre as relações que as aproximam do mar, da pesca e da cozinha. Aliás, aquela foto ali em cima é de uma moqueca de albacora feita por Alexandra pra me receber em sua casa para a entrevista. Desculpa aí, viu?

Bom, é isso. E mais não digo porque se não perde a graça, né, minha gente?

Guarde a data aí na agenda. Tendo novidade, volto aqui pra contar.

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